sábado, 29 de setembro de 2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Odes do Amor


Justa que sois a ti quero revelar
Massa virtuosa!
Massa do amor!
Esposa obediente, mesmo quando não ordenada!
Oh! Pantanal das onças,
Região peçonhenta,
Eis que de tão dura selva brota uma flor!
Flor caridosa a que todos atormenta!
Só de língua trinta quilos tem ela!
Quem nessa casa cuida das panelas!?
Juiz universal  das virtudes sacerdotais
É mais rançosa que água com gás
Muito percorreste na tradição
E agora escolheste bem teu guardião
Tango, tocado no acordeom!
Delírios de uma pseudo traicion!
Antes dirigida
Agora é diretora
Farol do bem
Com a luz apagada
Sem o padre esta desregulada
Denunciadora de acordos
do futuro vindouro
Previsões  que valem ouro!
Se não fossem no blog postadas,
Seriam em praça pública gritadas!
Com ti encontros velados
abrindo segredos lacrados!
Sois tango, tango bem cantado
 Encantado que sou
Meu coração te perdoou!
A Resistência queimou
E meu banho esfriou
Oh! Resistência da tradição!
Aquece esse pobre coração
No inverno, desligado ou no verão
De 300 padres duros
só um é digno de tanta admiração
Os demais não tem tamanha visão
Lutemos todos contra essa escravidão
De obedecer ao distrito e ao capitão!
 Massa do amor!
Massa do bem!
Cozida na água da caridade
Cozida na água do bem
O mundo seria perfeito
Se te escutasse a inquisição
Pois sem queimar não restaria um cristão!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Entre o Amor e Ódio

 O genial compositor paulistano Adoniran Barbosa, compôs um dos maiores clássicos da cultura paulista, o "Samba do Arnesto" porém como o momento pede uma música mais argentina, nada como um  Tango do Arnesto que coloco entre parênteses está a letra atualizada, expressando os mais vivos e sinceros  os sentimentos 
que andam nutrindo por Dom Fellay, Afinal não podemos censurar tais canções lindas como alguns já tentaram, os sentimentos sempre serão mais fortes !




Rencor, mi viejo rencor,

dejáme olvidar

la cobarde traición.
¡No ves que no puedo más,
que ya me he secao
de tanto llorar!
Dejá que viva otra vez
y olvide el dolor
que ayer me cacheteó...
Rencor, yo quiero volver
a ser lo que fui...
Yo quiero vivir...

Este odio maldito
que llevo en las venas
me amarga la vida
como una condena.
El mal que me han hecho
es herida abierta
que me inunda el pecho
de rabia y de hiel.
La (lo) odian mis ojos
porque la (lo) miraron.
Mis labios la (lo) odian
porque la (le) besaron (el anillo episcopal).
La (lo) odio con toda
la fuerza de mi alma
y es tan fuerte mi odio
como fue mi amor.

Rencor, mi viejo rencor,
no quiero sufrir
esta pena sin fin...
Si ya me has muerto una vez
¿por qué llevaré
la muerte en mi ser?
Ya sé que no tiene perdón...
Ya sé que fue vil
y fue cruel su traición...
Por eso, viejo rencor,
dejáme vivir
por lo que sufrí.

Dios quiera que un día
la (lo) encuentre en la vida
llorando vencida (o)
su triste pasado
pa' escupirle encima
todo este desprecio
que babea mi vida
de amargo rencor.
La (lo) odio por el daño
de mi amor deshecho
y por una duda
que me escarba el pecho.
No repitas nunca
lo que vi' a decirte:
rencor, tengo miedo
de que seas amor.


Da minha parte só resta a todos os que nos amam ou odeiam muito amor!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Farfalline da Luah


Ingredientes:

  • ½ kg  Farfalline
  • água e sal para cozinhar Molho:
  • 2 colheres (sopa) azeite
  • 2 cebolas picadinhas
  • 1 xícara (chá) peito de peru em cubinhos
  • 1 colher (café) gengibre ralado
  • 1 colher (sopa) alecrim desidratado
  • 3 colheres (sopa) mostarda
  • 1 tablete caldo de galinha
  • 1 vidro champignon em conserva
  • ½ litro creme de leite fresco
  • sal a gosto
  • gergelim torrado para polvilhar

  •  Modo de preparo:
  • Cozinhe o Farfalline em água e sal até estar "al dente". Resfrie em água fria e reserve. Para o molho refogue as cebolas no azeite. Acrescente o peito de peru junto com o gengibre, o alecrim, a mostarda, o caldo de galinha e o champignon. Refogue rapidamente e coloque o creme de leite. Deixe reduzir em fogo brando até encorpar e sirva sobre o penne aquecido em água. Polvilhe o gergelim e delicie-se
  • sexta-feira, 21 de setembro de 2012

    quinta-feira, 20 de setembro de 2012

    Gurus que conjugam verbos!



    Pior que os urubus só os papagaios que ficam repetindo sempre a mesma coisa "Dom Fellay fez acordo! Curupaco!"